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terça-feira, 31 de agosto de 2021

BA: Esquema de sonegação de R$ 11 milhões é desarticulado em operação


A ação foi deflagrada em Ilhéus e Salvador. Além dos mandados e das prisões, foram encontradas cinco armas, munição e drogas.

Deflagrada na manhã desta terça-feira (31), nas cidades de Salvador e Ilhéus, a operação “Corações de Ferro” de combate à sonegação fiscal resultou na prisão de duas pessoas e no cumprimento de 23 mandados de busca e apreensão. Além disso, foram recolhidas cinco armas de fogo, munição e  drogas como ecstasy e lança perfume. Documentos e computadores também foram retidos na ação e serão averiguados nas investigações. A operação “Corações de Ferro” investiga a prática de sonegação fiscal e lavagem de dinheiro por um grupo empresarial que atua no setor do comércio atacadista de materiais de construção. A estimativa é de que o grupo tenha sonegado cerca de R$ 11 milhões em impostos.

A ação foi realizada pela força-tarefa formada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate à Sonegação Fiscal e aos Crimes Contra a Ordem Tributária (Gaesf), do Ministério Público do Estado da Bahia; pela Inspetoria Fazendária de Investigação e Pesquisa (Infip), da Secretaria Estadual da Fazenda (Sefaz-Ba), pela Coordenação Especializada de Combate à Corrupção e Lavagem de Dinheiro (Ceccor/LD), da Polícia Civil, e pela Companhia Independente de Polícia Fazendária da Polícia Militar (Cpifaz).

BA: Operação de combate à sonegação fiscal é deflagrada em Ilhéus e Salvador

Cerca de R$ 11 milhões em impostos teriam sido sonegados por grupo empresarial do setor de material de construção.

Foi deflagrada na manhã de hoje, dia 31, a operação “Corações de Ferro”, que investiga a prática de sonegação fiscal e lavagem de dinheiro por um grupo empresarial que atua no setor de comércio atacadista de materiais de construção. Estima-se que o grupo tenha sonegado cerca de R$ 11 milhões em impostos. A operação é uma iniciativa da Força-Tarefa de Combate à Sonegação Fiscal, composta pelo Grupo de Atuação Especial de Combate à Sonegação Fiscal (Gaesf), do Ministério Público do Estado da Bahia; Inspetoria Fazendária de Investigação e Pesquisa da Secretaria Estadual da Fazenda (Infip), pela Coordenação Especializada de Combate à Corrupção e Lavagem de Dinheiro (Ceccor/LD/Dececap/Draco), da Secretaria de Segurança Pública e pela  Companhia Independente de Polícia Fazendária da Polícia Militar (Cpifaz).

A operação cumpre dezoito mandados de busca e apreensão, sendo onze em Ilhéus e sete em Salvador. Além dos mandados, a Justiça determinou ainda o bloqueio dos bens do grupo empresarial e de seus sócios, ocultos e ostensivos, para garantir a recuperação dos valores sonegados. Segundo a investigação, as empresas teriam sonegado um valor estimado em mais de R$11 milhões em impostos, por meio de operações fraudulentas de aquisição de ferro como se fossem o consumidor final, quando, na verdade, o material era destinado à revenda. Além disso, as empresas eram erroneamente enquadradas no regime do Simples Nacional.

As investigações revelaram ainda que os delitos dos envolvidos decorreriam da inclusão de pessoas sem capacidade econômico-financeira no quadro societário das diversas empresas criadas, na condição de “laranjas” ou “testas de ferro”, ou ainda mediante o uso de nomes e Cadastros de Pessoas Físicas (CPFs) falsos, para atuar na compra e venda de ferro para construção civil. O objetivo era sonegar o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) devido e promover a blindagem patrimonial dos verdadeiros gestores do grupo.

Fonte: SEFAZ BA, 31/08/2021

sexta-feira, 16 de outubro de 2020

GO: MPTO, Sefaz e Polícia Civil discutem atuação conjunta para a repressão de crimes tributários

 Representantes do Ministério Público do Tocantins (MPTO), Secretaria Estadual da Fazenda (Sefaz) e Polícia Civil reuniram-se nesta sexta-feira, 16, visando se aproximar e reforçar a atuação conjunta voltada à repressão dos crimes contra a ordem tributária, cometidos contra a Receita Estadual. A intenção é dar maior efetividade ao recebimento dos créditos tributários sonegados por meio de fraudes e à responsabilização criminal dos fraudadores.

A reunião ocorreu por iniciativa da promotora de Justiça Kátia Chaves Gallieta, que possui atuação na área de defesa da ordem econômica e tributária; e contou com a presença de auditores fiscais, do  delegado da Receita Estadual em Palmas e de delegados da Divisão Especializada de Repressão a Crimes Contra a Ordem Tributária (DRCOT).


Na ocasião, além de conversarem sobre estratégias de atuação, foi sugerido o agendamento de  nova reunião, com representantes da Superintendência de Administração Tributária da Sefaz e da Subprocuradoria Fiscal e Tributária da Procuradoria-Geral do Estado (PGE), visando a consolidação da parceria e de um termo de cooperação. (Flávio Herculano)


Fonte: MPGO

quarta-feira, 14 de outubro de 2020

BA: Operação Hidra desarticula organização que sonegou R$ 75 milhões

O grupo de comércio atacadista de alimentos e pescados utilizava laranjas, simulações sucessivas nos contratos sociais, compras em nomes de terceiros e empresas “noteiras”.

Oito pessoas foram presas e 19 alvos de busca e apreensão foram cumpridos na manhã desta quarta-feira (14) pela operação Hidra, que desarticulou uma organização criminosa do ramo do comércio atacadista de alimentos e pescados, com R$ 75 milhões em dívidas tributárias acumuladas junto ao fisco baiano. Cinco prisões ocorreram na Região Metropolitana de Salvador, duas em Feira de Santana e uma na cidade de Itajaí, em Santa Catarina. Os alvos de busca e apreensão também foram executados nestas cidades e ainda em São Gonçalo dos Campos.

De acordo com a força-tarefa integrada pelo Ministério Público do Estado da Bahia (MP-Ba) e pelas secretarias estaduais da Fazenda e da Segurança Pública, no alvo de Feira de Santana foram apreendidos R$ 70 mil em espécie, armas de fogo e documentos. Nos demais locais, a operação recolheu documentos fiscais e escrituras. Os mandados foram expedidos  pela 2ª Vara Criminal da Comarca de Salvador, e os presos foram encaminhados para o Centro de Operações Especiais da Polícia Civil do Estado da Bahia (COE), onde serão ouvidos.

BA: Organização com R$ 75 mi em dívidas tributárias é alvo da Operação Hidra

O grupo de comércio atacadista de alimentos e pescados utilizava laranjas, simulações sucessivas nos contratos sociais, compras em nomes de terceiros e empresas “noteiras”.

Uma organização criminosa que acumulou R$ 75 milhões em dívidas tributárias junto ao fisco baiano é alvo na manhã desta quarta-feira (14) da Operação Hidra, que executa oito mandados de prisão e 19 de busca e apreensão em Salvador, Camaçari, Feira de Santana e São Gonçalo dos Campos, na Bahia, e ainda em Itajaí, em Santa Catarina. Os mandados foram expedidos  pela 2ª Vara Criminal da Comarca de Salvador.

De acordo com a força-tarefa responsável pela operação, integrada pelo Ministério Público do Estado da Bahia (MP-Ba) e pelas secretarias estaduais da Fazenda e da Segurança Pública, a organização que atua no comércio atacadista de alimentos e pescados utilizava laranjas, simulações sucessivas nos contratos sociais, compras em nomes de terceiros e empresas “noteiras”, constituídas apenas para emitir notas fiscais frias, entre outras fraudes, para evasão de receita e sonegação fiscal.

As investigações começaram após a Sefaz-Ba receber denúncias quanto a essas práticas fraudulentas. Em dez anos, de acordo com a força-tarefa, o grupo constituiu mais de 15 empresas tendo à frente um empresário e seu sobrinho, que atuaram como sócios ocultos nos empreendimentos comerciais, utilizando familiares, empregados e terceiros para expandir os negócios.

Essas empresas passaram por fiscalizações que resultaram na lavratura de autos de infração em razão de prática de sonegação fiscal. Na medida em que as empresas devedoras tiveram suas atividades paralisadas, surgiram outras que deram continuidade aos negócios, com as mesmas práticas delituosas.

Ainda de acordo com a força-tarefa, também foi possível constatar que, com o produto da sonegação fiscal, o grupo adquiriu automóveis de luxo, imóveis, lanchas e motos aquáticas. Todos os bens identificados até o momento foram objeto de sequestro já determinado pela Justiça a pedido da força-tarefa e servirão ao ressarcimento aos cofres públicos.

sexta-feira, 31 de janeiro de 2020

BA: Estado e MPBA inauguram Cira em Barreiras para combate à sonegação


A instalação de um escritório do Cira na região Oeste reflete a intensificação do trabalho do comitê em Barreiras nos últimos anos, com destaque para a deflagração de duas grandes operações: a Grãos do Oeste 2 e a Avati.

Contabilizando mais de R$ 560 milhões em recursos a serem recuperados para os cofres estaduais em decorrência de ações de combate à sonegação fiscal que incluem operações especiais e oitivas com devedores contumazes, a força-tarefa do Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos (Cira) passou a contar a partir desta quinta-feira (30), com sua mais nova representação no interior, sediada em Barreiras, ampliando assim uma rede que já reúne representações em Feira de Santana e Vitória da Conquista, além do escritório central em Salvador.

terça-feira, 17 de dezembro de 2019

BA: Ações do Cira resultam em recuperação de R$ 560 mi para cofres estaduais


Mais de R$ 560,7 milhões é o montante que se espera devolver aos cofres estaduais em decorrência das operações realizadas em 2019 a partir da articulação e definição de estratégias desenvolvidas pelo Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos (Cira) da Bahia. Com o resultado, já são aproximadamente R$ 4,1 bilhões em créditos tributários com previsão de recuperação desde 2015 a partir do trabalho do Comitê.

Durante todo o ano, seis operações foram deflagradas ou desdobradas pelo “braço” operacional do Comitê, sob a condução do Grupo de Atuação Especial de Combate à Sonegação Fiscal e aos Crimes contra a Ordem Tributária e Econômica (Gaesf) em parceria com as Promotorias de Justiça Especializadas e com órgãos das Secretarias estaduais da Fazenda (Sefaz) e da Segurança Pública (SSP). Também foram presos seis empresários, oferecidas 30 denúncias e cumpridos 38 mandados de busca e apreensão contra integrantes de esquemas fraudulentos. As operações foram: Aleteia, Avati, Beton, Enyo, Pé de Coelho e Sem Fronteira.

quarta-feira, 25 de setembro de 2019

Auditoria Fisco-contábil do ICMS é apresentada em evento CIRA em Recife

23/09/2019 - Encerrou na sexta-feira (20), o 3º Encontro Nacional de Recuperação de Ativos, uma realização do Ministério Público de Pernambuco (MPPE) sob a coordenação da ESMP, com o apoio do Caop Sonegação Fiscal do órgão ministerial, realizado no auditório do Centro Cultural Rossini Alves Couto, no bairro da Boa Vista, no Recife.

“Concluímos que o evento teve um resultado extremamente positivo, com a participação maciça de vários órgãos de todos os entes federativos, que aqui se fizeram representar. A partir desse 3º Encontro, nós conseguimos também um melhor alinhamento em relação à persecução criminal, em relação às constituições probatórias e também o método investigativo que nós vamos utilizar doravante, agora, mais alinhado na recuperação de ativos”, avaliou o procurador de Justiça e coordenador do Caop Sonegação Fiscal, José Lopes de Oliveira Filho.

Lopes também reforçou a importância da implementação do Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos (Cira), no âmbito do Estado de Pernambuco. “Com o Cira, agora, também em Pernambuco, poderemos alinhar o nosso trabalho junto ao trabalho dos outros Ciras das outras unidades federativas, assegurando com isso a efetivação da lei fiscal e dando as respostas necessárias que a sociedade espera”, concluiu José Lopes.

“A ESMP e o MPPE estão honrados e satisfeitos com os resultados positivos do encontro por duas vertentes. A primeira: foram dois dias de intensas trocas de experiências e de comunicações entre as entidades parceiras e o próprio MPPE. E a segunda: a própria criação no âmbito estadual do Cira, que irá congregar todas as Instituições no âmbito estadual. São duas situações que foram definidas durante esse encontro que foram marcantes”, disse o diretor da ESMP, o procurador de Justiça Sílvio Tavares.

Durante o turno da manhã,  foi dada continuação às apresentações de painéis com a exposição de casos práticos sobre o tema central do evento. O primeiro deles trouxe como tema, a Cooperação Internacional e a Recuperação de ativos, que teve como palestrante, o promotor de Justiça do Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS), Áureo Rogério Gil Braga; seguido pela apresentação sobre o incidente da Desconsideração da Personalidade Jurídica, de autoria da Procuradoria Geral do Estado, que teve como palestrante, o procurador Bruno Lemos Rodrigues; e concluindo às apresentações da manhã, foram apresentados os resultados da chamada Operação Mar Aberto, de autoria da Delegacia de Combate aos Crimes Contra a Ordem Tributária (Deccot-PE), que teve como palestrantes, a delegada Priscilla Von Sohsten e o delegado do Laboratório de Lavagem de Dinheiro, da Secretaria de Defesa Social de Pernambuco (SDS/PE), Isaías Novaes.

À tarde, foram apresentados os painéis sobre Fraudes Contábeis e Repercussões Tributárias, ministrado pelo promotor de Justiça do Ministério Público da Bahia (MPBA), Anderson Freitas de Cerqueira, e pelo auditor fiscal da Secretaria da Fazenda da Bahia (Sefaz-BA), Alexandre Alcântara da Silva.

Durante a apresentação da dupla de autoridades baianas, foi mostrado um panorama da sonegação tributária no Brasil e como as auditorias realizadas pelas Secretarias da Fazenda de todo o país estão buscando identificar a sonegação fiscal através das auditorias contábeis.

Segundo o auditor fiscal da Sefaz da Bahia Alexandre Alcântara da Silva, que lidera o Grupo Nacional de Auditores Tributários com foco de atuação em Auditoria Contábil, é possível identificar nesse processo fiscalização que muitas das ações de sonegação estão ligadas a crimes contra a ordem tributária e, em alguns casos, à lavagem de dinheiro. “Todo o trabalho que a auditoria faz vai ser carreado para uma ação penal. É aí que entra a parceria entre o órgão fazendário e o ministerial. Isso não apenas na Bahia, mas no âmbito nacional”, pontuou.


“Esperamos que o evento tenha servido para conscientizar aos promotores e as demais atores responsáveis por esse processo de responsabilização criminal, sobre a importância de se trabalhar em parceria com as Secretarias de Fazenda para levar à punição de todos aqueles que utilizam de artifícios de fraudes contábeis para lesar os erários estaduais”, finalizou Alexandre Alcântara.

“Na Bahia, o Cira já é uma realidade há algum tempo. A interação entre os órgãos de fiscalização contra à sonegação fiscal e recuperação de ativos é muito boa. Vem trazendo bons resultados em nosso Estado. Este encontro nos serviu para além da troca de expertises entre os colegas do Brasil todo, mas também fazer com que os participantes possam elaborar ações unificadas para melhor atender à sociedade, de acordo com a realidade de cada estado”, resumiu o promotor de Justiça do MPBA, Anderson Freitas de Cerqueira.

Em seguida, o Ministério Público de Pernambuco (MPPE) apresentou a plataforma batizada de Minera, que se utiliza do mecanismo de inteligência artificial no combate à sonegação fiscal e recuperação de ativos. Também mostrou o funcionamento do Sistema Themis de Recuperação de Ativos. A apresentação foi feita pelo coordenador do Caop Sonegação Fiscal, o procurador de Justiça José Lopes de Oliveira Filho, acompanhado pelo analista ministerial e pelo técnico ministerial em informática e por integrantes do Laboratório de Inovação do MPPE (MPLabs), Roberto Arteiro e Assis Clemente, respectivamente.

“A ideia da plataforma Minera é juntar uma grande base de dados, fornecendo ou juntando informações de vários atores distintos e depois disso, atrelar a esse modelo um conjunto de regras que estabeleça Scores. Essa foi o que classificamos como primeira fase do Minera”, pontuou Roberto Arteiro.

“Hoje, nós apresentamos uma expansão desse projeto, para que ele deixe de ser apenas um sistema de armazenamento de informação e relação de score para o Ministério Público e passe a ser uma plataforma entre todos os atores, integrando toda a rede de combate à sonegação fiscal, englobando polícia, Secretaria da Fazenda, Procuradoria do Estado e Ministério Público de forma a fazer com que todos eles colaborem durante o processo de investigação, trocando informações a partir desta plataforma. A partir desse big data (acesso a esses dados interligados entre as instituições), ele poderá prover informações, juntando com as fornecidas pelos órgãos e, por fim, agregar valor a esses pares de ecossistemas”, finalizou Arteiro.

quinta-feira, 22 de novembro de 2018

BA: Operação Mosaico desarticula esquema que sonegou R$ 18 milhões em ICMS

Um esquema que causou prejuízo de R$ 18 milhões aos cofres do Estado nos últimos quatro anos foi desarticulado hoje, dia 22, pela Operação Mosaico, deflagrada por força-tarefa formada pelo Ministério Público do Estado da Bahia (MP-BA), Polícia Civil e Secretaria da Fazenda (Sefaz-Ba). A ação cumpriu três mandados de prisão e oito de busca e apreensão em Salvador e Camaçari. O alvo principal foi a empresa varejista de pedras naturais Gabisa, acusada de não repassar aos cofres públicos o valor do ICMS cobrado de clientes e declarado ao fisco.

Por deixar de fazer o pagamento do Débito Declarado, a empresa foi classificada como “omissa contumaz”. Foram presos o proprietário da empresa, Marcos Antônio Oliveira dos Santos, apontado como o articulador do esquema; o funcionário Romário da Silva Romero, utilizado como laranja e o contador José Wildson Moreira dos Santos, considerado o responsável por orientar as estratégias contábeis de fraude ao fisco. As informações detalhadas sobre a Operação foram apresentadas à imprensa nesta manhã no Centro de Operações Especiais (COE) da Polícia Civil, onde os acusados foram ouvidos. Eles cumprirão prisão temporária de cinco dias. A Operação apreendeu celulares, documentos, computadores, chips, pen drivers, joias e dinheiro.

domingo, 3 de dezembro de 2017

BA: Cira recupera R$ 200 mi em créditos e capacita contra sonegação

Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos reúne o MP-Ba, o TJBA, as secretarias estaduais da Fazenda (Sefaz-Ba) e da Segurança Pública (SSP-Ba) e a Procuradoria Geral do Estado (PGE).

Responsável pela recuperação de R$ 200 milhões em créditos tributários pelo governo baiano desde 2014, o Cira - Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos está lançando um programa de capacitação com o objetivo de fortalecer o combate à sonegação e ao crime organizado na Bahia. O treinamento será realizado mediante convênio entre os órgãos que integram o Cira: o Ministério Público Estadual (MPBA), o Tribunal de Justiça (TJBA), as secretarias estaduais da Fazenda (Sefaz-Ba) e da Segurança Pública (SSP-Ba) e a Procuradoria Geral do Estado (PGE).